Tintos

Descrição 1
Este grande SuperToscano é um vinho com boa estrutura, elegância e complexidade. Sua localização privilegiada manifesta na garrafa a magia dos ventos mediterrâneos e a força da terra Toscana. Com aromas de frutas vermelhas de verão, notas de cassis e mirtilo e finas especiarias. Na boca uma rica presença com muito volume, taninos macios e um longo final. É o vinho oficial dos eventos da marca Aston Martin.
Descrição 2
Michele Satta Bolgheri Superiore Piastraia 2012 é um toscano atraente. Produzido a partir das castas Cabernet Sauvignon, Merlot, Sangiovese, Syrah e amadurecido por 24 meses em barricas de carvalho, nos oferece elegância e personalidade. Seu aroma é rico, nos sugere frutas vermelhas, minerais, chocolate, especiarias e caramelo. O sabor é amplo, encorpado, com taninos finos e acidez vivaz. Ele está pronto para beber, mas é capaz de evoluir em sua adega pelos próximos 20 anos.

Em meados de 1970, Michele Satta matriculou-se na Universidade Agrícola de Milão mas antes de iniciar seus estudos viajou de férias com seus pais rumo à Toscana. Na comuna de Castagneto Carducci recebeu o convite de um vinhateiro local para trabalhar em suas terras. Empolgado, Satta não titubeou e iniciou o plantio de suas “primeiras sementes”. No campo aprendeu o que uma universidade jamais ensinaria... passou a ouvir o vento e os pássaros que anunciavam a chegada da chuva. Compreendeu o ciclo das plantas e o motivo pelo qual cada videira se adapta melhor em um determinado vinhedo. Na cantina, era responsável pela limpeza e enquanto trabalhava observava atentamente o trabalho dos enólogos e os processos que transformavam as uvas em vinho.

Em 1983, Michele Satta adquiriu seu primeiro pedaço de terra, onde plantou suas videiras e passou a produzir seu próprio vinho. Sua história desenvolveu junto com Bolgheri que se tornara DOC (1984) um ano após sua primeira colheita. Ficou conhecido também por ser o primeiro a plantar Syrah, Teroldego e Viognier e produzir varietais de Vermentino e Sangiovese, tornando-o um dos protagonistas dessa região. No final da década de 80 Michele Satta de maneira visionária iniciou seu projeto de combinar as uvas Bordalesas - cultuadas em Bolgheri, a capital dos Supertoscanos - com a nativa Sangiovese e a mediterrânea Syrah.

Finalmente na década de 90 Michele Satta decide ousar em produzir um vinho ao estilo Super Toscano. Escolheu algumas variedades bordalesas que melhor se adaptaram à região e doze anos mais tarde deu vida a Piastraia, sua primeira criação reconhecida, hoje, como um Bolgheri Superiore por refletir com fidelidade a riqueza e singularidade de seu terroir. Bolgheri está de frente para o Mar Tirreno, em direção ao oeste e cercado por colinas. O mar é um dos principais responsáveis pela identidade dos vinhos daqui, pois atua como um volante térmico refrescando o calor extremo além de refletir a luz solar ajudando as uvas a amadurecerem com perfeição.

DADOS BÁSICOS
DOC: Bolgheri Superiore
Safra: 2012
Castas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Sangiovese e Syrah
Teor alcoólico: 13,5%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Nariz: rico e elegante, oferece aroma de frutas vermelhas, minerais, chocolate, especiarias e caramelo.
Boca: o sabor é amplo, encorpado, com taninos finos e acidez vivaz. Ele está pronto para beber, mas é capaz de evoluir em sua adega pelos próximos 20 anos.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16° - 18°
Harmonização: magret de pato, agnelotti recheado com cogumelos e molho rotí, queijos duros, risoto de açafrão com ossobuco, carnes com osso assadas também casam perfeitamente.
Tempo de guarda: 20 anos.

PREMIAÇÕES
Robert Parker 92
Vinous 93
James Suckling 93

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 92
Piastraia was a Bolgheri Rosso and has now been upgraded to Bolgheri Superiore status with this vintage. The 2012 Bolgheri Superiore Piastraia is a sharply contoured and etched red wine with pretty tones of wild berry, spice and moist chewing tobacco. The wine maintains an elegant and feminine personality.

Vinous 93
The highlight among these new releases, the 2012 Bolgheri Rosso Piastraia wraps around the palate with lovely depth and density. Creamy and expansive in style, the 2012 captures the radiance of the year. Dark raspberries, spices, new leather and mocha flesh out on the open-knit, inviting finish. The Piastraia, a Merlot/Syrah/Cabernet Sauvignon/Sangiovese blend, is a prototypical Maremma red built on texture and intensity. There is plenty to like here.

James Suckling 93
Beautiful aromas of blueberry, blackcurrant and dark chocolate follow through to a full body with round, silky tannins and a walnut, berry and dried-mushroom aftertaste. A blend of merlot, sangiovese, cabernet sauvignon and syrah. Delicious young red from this costal region of Tuscany. Drink or hold.

  • RP 92
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R$ 450,00

Saint-Emilion Grand Cru
Descrigco 1
O Château Croix de Labrie faz parte do movimento de "vinhos de garagem", pequenos produtores produzindo grandes vinhos em pequenos volumes. Em um ano típico, somente 4.000 garrafas deste vinho são produzidas.O crítico Robert Parker tece grandes elogios a este Château: "é a resposta de Saint-Emilion ao famoso Le Pin (Pomerol)"; "uma bomba de frutas, com taninos doces, aromas de cerejas pretas e groselhas pretas, e um toque de incenso e de trufas".
Vinificado em tanques de aço e envelhecido em barricas de carvalho novo, a safra 2003 está em seu apogeu.

Descrigco 2
DADOS BÁSICOS
AOC: Saint-Émilion Grand Cru
Safra: 2003
Castas: 100% Merlot
Teor alcoólico: 13%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: vermelho profundo.
Nariz: cerejas pretas e groselhas com toque de incenso e trufas.
Boca: denso, uma bomba de frutas, com taninos doces.

CONSELHO PARA SERVIR
Temperatura: 15º - 17º
Harmonização: Ossobuco, fois gras, omelete de trufas, massa com funghi porcini, queijos do tipo brie, camembert, cantal, gouda, mimolette, saint-nectaire.
Tempo de guarda: a safra 2003 está no seu apogeu, e assim permanecerá por pelo menos mais 5 anos.

PREMIAÇÕES
Robert Parker 93
Wine Spectator 87
Vinous 87-90
Guide Hachette des Vins 1*

Avaliagues dos Especialistas
Robert Parker 93
A St. Emilion fruit bomb, the 2003 Croix de Labrie continues to be voluptuously textured, fat and plush with sweet tannin in addition to copious black cherry and black currant fruit intermixed with hints of incense and truffle.

Wine Spectator 87
Fresh and floral with raspberry and lilacs. Medium-to-full body, with fine tannins and a fresh finish. Best after 2008.

Vinous 87-90
Ruby-red. Slightly exotic aromas of black cherry, violet, minerals, licorice and spices. Supple and moderately dense, with vinous flavors of black cherry, black raspberry, minerals and licorice. A very successful all-merlot 2003 with good lift. A saignee was done to further concentrate the must.

  • RP 93
  • WS 87
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Descrição 1
O Château Chasse-Spleen, localizado em Moulis-en-Médoc - a meio caminho entre Margaux e Pauillac, produz vinhos vigorosos e envolventes, exaltando a harmonia de uma bem proporcionada combinação entre a Cabernet Sauvignon e a Merlot. A safra 2009 foi uma das melhores de toda a história recente do Château.

Descrição 2
Sempre primando pela qualidade, algumas de suas safras são a verdadeira expressão do termo custo-benefício, sendo comparadas aos bons vinhos da denominação Grand Cru. Este é o caso da excepcional safra 2009 que conseguimos trazer para o Brasil.

DADOS BÁSICOS
AOC: Moulis-en-Médoc
Safra: 2009
Castas: Cabernet Sauvignon, Merlot
Cultura "raisonnée"
Teor alcoólico: 14,5%
Tamanho da garrafa: 750ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: rubi profundo.
Nariz: intenso, com aromas frutas negras, chocolate, mineral e um toque de tostado.
Boca: bem estruturado, taninos firmes, longa persistência.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16º - 18º
Passar no decanter para aeração 2 horas antes do serviço.
Harmonização: risoto de trufas negras, tournedos Rossini (com foie gras), peru com castanhas, outras aves como pato e ganso, carnes vermelhas (boi ou carne de caça como lebre, cervo, javali e outros); queijos franceses duros (pasta prensada cozida ou crua) cantal, comté, laguiole, morbier e salers.
Tempo de guarda: até 2025.

PREMIAÇÕES
Robert Parker 90
Wine Spectator 90
James Suckling 92
Jancis Robinson 15,5
Jeannie Cho Lee 87
Wine Enthusiast 91
Vinum Wine Magazine 17,5
Gault & Millau 15
Vinous 88
Falstaff Magazin 89-91

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 90
Beautiful blueberry, black raspberry and cassis fruit as well as incense and graphite jump from the glass of this inky ruby/purple-colored wine. Ripe, medium to full-bodied, dense and rich, this is one of the stars of Moulis in 2009. Given its low acidity but abundant tannin, I suspect it could close down in a few years and last two decades.

Wine Spectator 90
This polished, precise red exhibits delicious mulled black cherry, sleek cassis and dark plum fruit all inlaid with hints of toasted spice and mesquite. A nice flash of chalk helps give the finish cut.

James Suckling 92
Shows pretty plum and spice character, with full body, velvety tannins and a dried lemon and subtle fruit aftertaste. Rich and structured.

Jancis Robinson 15,5
Racy and dense and savoury. Loose and very fruity. Not much evidence of oak ageing and structure here but some real density.

Jeannie Cho Lee 87
Blackcurrant, cherries, plums. A full-bodied rustic style with modest length, the wine has simple, approachable fruit and firm tannins. Good but unremarkable wine. Tasted in: Bordeaux, France. Maturity: Drink.

Wine Enthusiast 91
Barrel sample. Dense tannins over delicious blackberry juicy fruit. A finely structured wine, good freshness and sweet aftertaste.

Vinous 88
Bright, moderately saturated red-ruby. Raspberry and licorice aromas and flavors are lifted by a violet topnote. Juicy and nicely ripe, with harmonious acidity energizing this medium-bodied wine. Finishes with firm tannins, a note of fresh herbs and good length, turning a bit dry as it opened in the glass.

  • RP 90
  • WS 90
  • JS 92
  • JR 15,5
  • WE 91
  • G&M 15
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Descrição 1
Vrucara é o ícone da Feudo Montoni e considerado o melhor exemplo do quão sedutor é um vinho de Nero d’Avola. Encanta por sua exuberância e riqueza aromática revelando aromas de alcatrão, alcaçuz, cereja madura, geleia de jabuticaba e menta. Na boca, é explosivo. Taninos macios, acidez refrescante e muito sabor de fruta madura e chocolate amargo.
Descrição 2
A Feudo Montoni é um dos históricos produtores de Nero d’Avola na região da Sicília, sul da Itália. A propriedade remonta ao século 16 e tornou-se famosa após o Vrucara – primeiro vinho da vinícola – ter caído nas graças do Sommelier oficial do Vaticano, Andrea Bacci.

As vinhas que dão origem a este emblemático vinho estão plantadas a 600 metros acima do mar, possuem quase 100 anos de idade e são cultivadas de maneira orgânica num vinhedo circundado por oliveiras e cereais que protegem as plantas da contaminação genética. Essa preservação garante a autenticidade da casta que se traduz em um estilo sedutor, entregando elegância e opulência a cada gole de vinho.

DADOS BÁSICOS
DOC: Sicília
Safra: 2011
Casta: Nero d’Avola
Teor alcoólico: 14%
Tamanho da garrafa: 750 ml
Amadurecimento: 12 meses em barris de carvalho seguidos por 6 meses em garrafa antes de ser comercializado.

DEGUSTAÇÃO
Cor: vermelho rubi intenso.
Nariz: muito aromático, oferece notas de alcatrão, alcaçuz, cereja madura, geleia de jabuticaba e menta.
Boca: taninos macios, textura aveludada, acidez refrescante, sabor frutado e duradouro. Surpreende pelo equilíbrio e concentração.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°C
Harmonização: este vinho casa perfeitamente com pratos com molho. Carnes assadas e variados estilo de massas são boa pedida. Bruschettas, embutidos e queijos, pizza de parma com brie, caponata de berinjela com pão italiano.
Tempo de guarda: até 2028.

PREMIAÇÕES
Robert Parker 95
Vinous 93

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 95
The delicious 2011 Nero d'Avola Vrucara is one of the protagonists of Sicilian enology. Fabio Sireci is on an explosive upward trajectory that started at an already impressive quality level. His wines just get better and better. By law, a wine labeled Nero d'Avola must be 85% true to the variety, and I don't know if anything else is added here, but it hardly matters. Vrucara sees fruit sourced from the Principato di Villanova property in central Sicily. The wine is loaded tight with bold berry intensity, olive tapenade, hummus, crushed earth, tobacco and balsam herb. You rarely see this level of complexity with Nero d'Avola. I love everything about this beautiful wine. Fruit is sourced from 90-year-old pre-pylloxera vines.

I am always impressed by the wines of Fabio Sireci, but this new set of releases blew me away. These are some of the finest wines ever made at the beautiful Feudo Montoni property. In particular, I wanted to flag the 2014 Perricone Vigna del Core. This native Sicilian grape is late to ripen and often proves difficult in obtaining higher alcohol levels (like the 13.5% alcohol recorded here). In other words, it's a very difficult variety to farm, but Fabio has succeeded in producing an exceptional wine.

Vinous 93
Dark ruby-red. Black cherry and mineral aromas are lifted by a strong violet quality. Fresh and juicy in the mouth, with violet and earth nuances complicating the bright, saline flavors of red cherry, dark plum and marzipan. The long finish features peppery tannins and a bright mineral overlay. I like this wine’s depth and bright delivery of fruit. A real step up in complexity and precision from the also-outstanding Nero d’Avola Vigna Lagnusa.

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Descrição 1
Quinta de Lemos é uma das casas de vinho mais promissoras do Dão. Pierre de Lemos (proprietário) e Hugo Chaves (enólogo) investem e dedicam-se incansavelmente a produzir o melhor vinho do país e, acredite, esses frutos já estão sendo colhidos. Neste exemplar produzido com a uva Alfrocheiro, nativa do Dão, você reconhecerá aromas de morangos, cerejas e amoras frescas, um toque de terra úmida e flor. O sabor, também frutado, nos oferece vivacidade, elegância e concentração. Raramente você encontrará um Alfrocheiro tão surpreendente quanto este.
Descrição 2
Localizada em Silgueiros, Dão, a vinícola tem arquitetura moderna e possui 25 hectares de vinhedos contudo, apesar da grande área, Chaves vinifica apenas 100 mil garrafas por ano as quais são distribuídas mundo a fora. Aqui, videiras e oliveiras dividem espaço com colmeias promovendo o equilíbrio do ecossistema.

O solo granítico e arenoso é abraçado por montanhas protegendo os vinhedos do severo clima continental e da umidade. As uvas são colhidas manualmente e selecionadas ainda no vinhedo garantindo a qualidade máxima dos vinhos.

A Quinta de Lemos é um projeto de Pierre de Lemos, cuja família possui um grupo têxtil (Celso de Lemos), e que decidiu investir na produção de vinhos de alta qualidade. Para tanto, não poupou esforços e trouxe para a equipe o renomado enólogo Hugo Chaves, e juntos produzem vinhos elegantes e que exprimem maravilhosamente o terroir do Dão.

DADOS BÁSICOS
DOC: Dão
Safra: 2010
Casta: Alfrocheiro
Teor alcoólico: 14,5%
Garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: rubi.
Nariz: aroma intenso que remete a morangos, cerejas e amoras frescas, terra úmida e flor.
Boca: o sabor também frutado nos oferece, além das frutas, frescor, elegância e concentração. Tudo no mais perfeito equilíbrio.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°C
Harmonização: risoto de cogumelos, costela suína na brasa com legumes assados, lombo de bacalhau assado, lasanha de berinjela e ravioli de cordeiro com o molho do próprio assado. Queijos e embutidos também acompanham bem este tinto.
Tempo de guarda: até 2025.

PREMIAÇÕES
Robert Parker 90
Wine Enthusiast 89
Revista dos Vinhos 17
Decanter World Wine Award 2017 86

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 90
The 2010 Alfrocheiro was aged in French oak for 18 months (only three months new). Not showing quite as much concentration as the Jaen, also reviewed, this adds a silky texture and the same backbone. This didn't show so well at first, as it seemed mute and a touch thin. It fleshed out gradually and came together very well. It developed beautifully, showing refinement and elegance. This is a well-priced group of wines that will be appealing to Burgundy lovers. I used the same descriptors often because there is a similarity in style: they are always elegant and balanced, finishing with flavor and starting with finesse. At these prices, all I can say is....snap them up.

Wine Enthusiast 89
This is an aromatic wine, one of a series of four wines featuring the major red grapes of the Dão. It is ripe, fruity with soft tannins and juicy acidity. Red berry fruit and a balanced structure give a fragrant wine that is ready to drink.

Revista dos Vinhos 17
Aroma mais aberto que o habitual nos vinhos deste produtor, muito floral, violetas, ligeiro químico e nota de amêndoa amarga. Prova de boca intensa, bagas negras, cheio de sabor, muito polida mas com garra. Sedoso até ao final, sempre persistente, um Alfrocheiro moderno e muito apelativo.

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  • WE 89
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Descrição 1
Este Touriga Nacional é o melhor exemplo que podemos ter quando tradição e modernidade se fundem. Esta uva, que em outras regiões de Portugal produz em geral vinhos muito potentes, encontra na região do Dão e no talento da equipe da Quinta de Lemos as condições ideais para mostrar o seu lado mais nobre e elegante. Seu aroma é marcado por frutas bem maduras, flores, canela, ervas de cozinha e o sabor memorável que nos surpreende pelo vigor, elegância, taninos macios e pelo seu frescor.
Descrição 2
A Quinta de Lemos é um projeto de Pierre de Lemos, cuja família possui um grupo têxtil (Celso de Lemos), e que decidiu investir na produção de vinhos de alta qualidade. Para tanto, não poupou esforços e trouxe para a equipe o renomado enólogo Hugo Chaves, e juntos produzem vinhos elegantes e que exprimem maravilhosamente o “terroir” do Dão.

Localizada em Silgueiros, Dão, a vinícola tem arquitetura moderna e possui 25 hectares de vinhedos contudo. Apesar da grande área Chaves vinifica apenas 100 mil garrafas por ano, as quais são distribuídas mundo a fora. Aqui, videiras e oliveiras dividem espaço com colmeias promovendo o equilíbrio do ecossistema. O solo granítico e arenoso é abraçado por montanhas protegendo os vinhedos do severo clima continental e da umidade. As uvas são colhidas manualmente e selecionadas ainda no vinhedo garantindo a qualidade máxima dos vinhos.

DADOS BÁSICOS
Região: Dão
Safra: 2009
Teor alcoólico: 14,5%
Amadurecimento: 18 meses em carvalho francês
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: granada intenso.
Nariz: compota de frutas negras, bergamota e pinho.
Boca: encorpado, fresco, com taninos sedosos e longo final sedutor.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Harmonização: excelente com carnes mais suculentas e pratos à base de molhos substanciosos. Leitão, ragu de cordeiro, codorna recheada e queijos duros casarão perfeitamente com este tinto. Este vinho também acompanhará bem pratos de bacalhau e de salmão.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 92
Jancis Robinson 17,5
Wine Spectator 90
Wine Enthusiast 94
Revista de Vinhos 16
Wine&Spirits Magazine 91
International Wine and Spirit Competition 2015: Medalha de Prata+
International Wine Challenge 2015: Medalha de Prata Prata
Concurso Mundial de Bruxelas 2014: Medalha de Prata
Decanter World Wine Awards 2014: Medalha de Bronze

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 92
The 2009 Touriga Nacional was aged for 18 months in French oak (70% used, 30% new – if you’ve been following along re: the submissions this issue, the winery evidently has a formula and that is what I was told). It comes in at 14.5% alcohol. This is lovely Touriga, dense and a bit on the muscular side early on, but with fine fragrance, flavor and focus to go with its concentration. Tightening consistently with aeration, it proves to have a fine backbone as well. When it opens with some aeration, it becomes wonderfully expressive and powerfully aromatic. Overall, I’d say this is the best Touriga I’ve had yet from Lemos, even a little bit better than the fine 2007 revisited this issue. There were 8,000 bottles produced. Drink now-2024.

Jancis Robinson 17,5
Deep glowing cherry red. Elegantly fragrant – rich with dark fruit and with hints of violets and bergamot – classic Touriga but not overpoweringly so. There's an attractive smoky savoury character here too – complex and still very young. I'm not generally a big fan of varietal Touriga Nacional but this is delicious – velvet textured, luxurious but not heavy or extreme. Long, fresh, rounded finish.

Wine Spectator 90
A fresh and fruity style, with loads of crushed red plum and dark cherry flavors. Lengthens out, with forest floor elements. Dark currant and spice hints show on the finish, which features some graphite details. Drink now through 2018.

Wine Enthusiast 94
Originally from the Dão region, Portugal's oldest wine area, Touriga Nacional still produces some of its best wines in its home base. This powerful wine is a fine example of what Celso de Lemos set out to do when he set up the 62-acre estate. This wine has black fruits, dark tannins, a light perfumed character and considerable potential. Powered by its structure and acidity it is developing slowly and surely. Drink from 2017.

Revista de Vinhos 16
Bem definido mas austero no aroma, com fruta madura muito bonita, prova de boca vigorosa mas afinada, bastante concentrado mas polido. A harmonia é o grande trunfo deste vinho.

  • RP 92
  • JR 17,5
  • WS 90
  • WE 94
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Saint-Julien, Grand Cru Classé
Descrição 1
Ano após ano o Château Branaire Ducru mantêm a mesma qualidade que lhe consagrou um Grand Cru, na Classificação de Bordeaux em 1855. Ícone da vinícola, este vinho seduz pela magnitude de seu conjunto. Nos brinda com aromas de frutas vermelhas doces, dama-da- noite, giz, cedro, anis, defumado e pimenta vermelha. Em boca é potente, com taninos elegantes, acidez marcada e sabor muito frutado. Sem dúvida, um vinho memorável.
Descrição 2
Em 1680, quando Jean Baptiste comprou a propriedade, ainda não havia se dado conta do valor desse magnifico terroir que é o Médoc. O solo composto, substancialmente, por cascalho e situado próximo ao rio Gironde é responsável pela mineralidade, principal diferencial dos vinhos dessa região única. Quase dois séculos depois, o Château Brainare Ducru teve seu prestígio confirmado ao ser reconhecido como Grand Cru (na Classificação de Bordeaux em 1855). Este reconhecimento exige muito trabalho e dedicação para que a qualidade se mantenha independente das mudanças do tempo.

Château Branaire-Ducru está situado no lado oposto da estrada de Château Beychevelle, sul de Saint Julien, margem esquerda de Bordeaux. Patrick Maroteaux é o atual proprietário da vinícola e tem investido consideravelmente em tecnologia de ponta para a produção de seus vinhos. Possui 60 hectares de vinhedos plantados com as castas Cabernet Sauvignon (predominante), Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot.

DADOS BÁSICOS
AOC: Saint-Julien
Safra: 2013
Castas: Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot
Amadurecimento: 20 meses em barris de carvalho
Teor alcoólico: 13%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: vermelho rubi com reflexos violáceos.
Nariz: rico e intenso, nos remete a frutas vermelhas doces, dama-da-noite, pimenta vermelha, tostado, giz e anis.
Boca: encorpado, com taninos finos e acidez vivaz. Perfeitamente equilibrado.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 17° - 18° Harmonização: pernil de cordeiro assado com ervas, polenta cremosa com ragu de ossobuco, perdiz recheada, massas recheadas, charcuterie.
Tempo de guarda: 20 anos
Decantar: sim, uma hora antes de servi-lo.

PONTUAÇÃO
Wine Enthusiast 93
James Suckling 91
Wine Spectator 90
Jancis Robinson 16

Avaliações dos Especialistas
Wine Enthusiast 93
This estate has produced an impressive wine for the vintage. It balances acidity, tarry wood flavors and ripe black-berry fruits. Initially it is still showing its structure more than fruit, although this will even out as it matures. Drink from 2020.

James Suckling 91
Some currant and cooked plum character, underlying dried flowers. Medium to full body, fine tannins and a fresh finish. Balanced and pretty. Drink now.

Wine Spectator 90
This offers perfumed blackberry and black currant fruit, lined with licorice root and fruitcake notes that give way to a grippy, brambly finish. Just a touch chewy at the very end, but this should soften soon enough. Stylish overall. Best from 2017 through 2023. 12,083 cases made.

Jancis Robinson 16
Tasted blind. Deep garnet. Savoury on the nose with a touch of char and graphite. Dry, refined texture, fine tannins. Very fresh but balanced.

  • WE 93
  • JS 91
  • WS 90
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Descrição 1
É em Pomerol que nascem os melhores Merlots do mundo!
Este Château Clinet Pomerol 2013 não é diferente, fruto de um trabalho secular de aprimoramento, está entre os melhores da região. Nele, você encontrará aromas de couro, frutas silvestres, baunilha, rosas, ervas e groselha. O paladar é marcante, potente, macio e musculoso, com acidez deliciosa. Trata-se de um vinho longevo, capaz de evoluir em sua adega pelos próximos 25 anos.
Descrição 2
Os vinhos do Pomerol são mais envolventes que qualquer outro produzido em Bordeaux. Ricos e suaves, têm textura aveludada e aroma exuberante sob uma estrutura firme que lhe permite envelhecer por longas décadas. Os vinhedos são pequenos, com cerca de 6 hectares, portanto a quantidade produzida é limitada tornando-os raros.

Château Clinet foi fundado no século 19, passou pela gestão de várias gerações que sempre se empenharam em aperfeiçoar a qualidade de seus vinhos. Atualmente o Château pertence à família Laborde - responsável por criar uma base sólida ao lado dos melhores nomes do Pomerol – e é gerida por Ronan Laborde desde 2003, um homem visionário e, sobretudo apaixonado pela vinicultura.

A vinícola está localizada a 40 km de Bordeaux, na margem direita do rio Garonne, desfruta de clima quente e fresco, solo bem drenado rico em cascalho, areia e argila, o ambiente perfeito para que as uvas, especialmente a Merlot, atinjam seu esplendor. A colheita é manual e as uvas são meticulosamente selecionadas, além disso a família Laborde investiu seriamente em tecnologia de ponta em todas as instalações técnicas do Château, garantindo a qualidade máxima de seus vinhos.

DADOS BÁSICOS
AOC: Pomerol
Safra: 2013
Casta: Merlot 90%, Cabernet Sauvignon 9% e Cabernet Franc
Teor alcoólico: 13,5%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: púrpura.
Nariz: aroma abundante de couro, frutas silvestres, baunilha, rosas, ervas, cânfora e groselha.
Boca: encorpado, carnudo, com textura macia e ótima acidez.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 18°
Harmonização: figos assados recheados com queijo de cabra e presunto cru, fondue de queijo, lombo de javali assado, arroz de pato, costeletas de javali com cebolas confitadas, vegetais na brasa e codorna recheada com foie gras e risoto trufado.
Tempo de guarda: 10 anos

PREMIAÇÕES
Robert Parker 91
Wine Spectator 91
James Suckling 91
Jancis Robinson 16,5

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 91
The 2013 Clinet was one of the better wines that I tasted from barrel. Indeed both Robert Parker and I scored this Pomerol around the same mark and now it is in bottle, it has fulfilled my expectations as a delicious, easy-going, but still well-crafted wine from Ronan Laborde. It has a delicate but precise bouquet that gains intensity in the glass, cassis and a touch of wild mint, ground pepper emerging with time. The palate is medium-bodied with slightly grainy tannin that need another 12-18 months to soften, however there is adequate fruit underneath with a linear, slightly sappy finish. Enjoy this over the next 10-12 years.

James Suckling 91
A 2013 with attractive mineral, salt and iron character, plus a creamy acidity. Medium body solid core of fruit and a fresh finish. Very good concentration for the vintage.

Wine Spectator 91
This is sneakily deep and long, with bramble, licorice root and warm fruitcake notes enhancing a core of sappy kirsch, blackberry coulis and plum compote flavors. Everything pulls together nicely on the finish, though this needs time to stretch out fully. This has really beefed up since the barrel tasting. Best from 2018 through 2027. 3,750 cases made. –JM

Jancis Robinson 16,5
Tasted blind. Deeply coloured. Dark aroma but also a bit stalky/dusty. Dry, a bit leafy but better than I expected from the nose. Just a little bit tough on the finish.

  • RP 91
  • WS 91
  • JS 90-91
  • JR 16,5
  • 1  |  R$ 950,00 /gf
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  • R$ 950,00 Garrafa(s)

R$ 950,00

Haut-Médoc, Grand Cru Classé
Descrição 1
Este é um dos grandes rótulos classificados em 1855 como Grand Cru Classé, na França. Sim, Château La Tour Carnet é, sem dúvida, um vinho excepcional. Além de séculos de história este exemplar nos oferece sensações maravilhosas traduzidas em nuances de canela, amêndoas, amoras e framboesas maduras, grafite e rosas. À boca se mostra fino, harmônico, com taninos redondos e delicioso frescor. Um tinto pronto para ser desfrutado mas capaz de envelhecer com louvor pelos próximos 10 anos.
Descrição 2
Aclamados no mundo, os vinhos franceses são inegavelmente incomparáveis não so pela qualidade, mas também por suas histórias. Château La Tour Carnet é um dos produtores mais antigos de Bordeaux e parte fundamental na trajetória vitivinícola de Médoc. Sua origem data à Idade Média quando ainda era chamado de Château Saint-Laurent. No século 12 serviu de fortaleza à Jean de Foix quando Bordeaux estava sob o domínio inglês. Derrotado, a propriedade voltou ao poder francês e teve, ao longo dos anos, muitos proprietários.
Atualmente pertence a Bernad Magrez – dono de outras notáveis vinícolas como: Pape Clément em Pessac-Léognan e Fombrauge em Saint Émilion um entusiasta do vinho, estudioso incansável e focado na produção de vinhos finos desde 1960. Quando o assunto é vinho francês, o nome Bernad Magrez é sinônimo de respeito e excelência.

DADOS BÁSICOS
AOC: Haut-Médoc
Safra: 2012
Castas: Merlot, Cabernet Sauvignon, Petit Verdot e Cabernet franc
Teor alcoólico: 13%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: rubi.
Nariz: aroma abundante que remete a canela, amêndoas, amoras e framboesas maduras, grafite e rosas.
Boca: fino, harmônico, com taninos redondos e delicioso frescor.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 18°
Harmonização: pato confitado, massa recheada com cogumelos, Chateaubriand de mignon com foie gras, bife de chorizo com arroz, bife de tira com cebolas assadas.
Tempo de guarda: 10 anos.

PONTUAÇÃO

Robert Parker 90
Vinous 90
James Suckling 90
Jancis Robinson 15,5
Wine Enthusiast 93

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 90
Part of the empire of Bernard Magrez, this blend of 61% Merlot, 35% Cabernet Sauvignon and the rest Petit Verdot and Cabernet Franc is a sleeper of the vintage in 2012. Its excellent dense ruby/purple color, sweet cassis, black cherry fruit, supple tannins, medium to full body and attractive, long finish make for an impressive wine that should drink nicely for 10-15 years. It’s already accessible. This is another wine that performed dramatically better from the bottle than from barrel tastings.

Vinous 90
The 2012 La Tour Carnet is gorgeous. Dark red stone fruits, flowers and sweet spices are some of the notes that inform this soft, pliant wine. I expect the 2012 will develop a further range of exotic aromas and flavors as it develops in bottle. This is another overachieving wine from Bernard Magrez and Michel Rolland. Drink it over the next decade. -- Antonio Galloni

James Suckling 90
A soft and silky wine with currant, spice and earth character. Medium to full body, fine tannins and a fresh finish. Very pretty. Drink or hold.

Jancis Robinson 15,5
Meaty, and dark plums, expressive already. Bright, fresh and harmonious. (JH)

Wine Enthusiast 93
Barrel sample. Wood and mint aromas yield a wine that is darkly tannic, with a distinct black-coffee flavor. It's a powerful, concentrated wine with fruit hiding behind the dense structure.

  • RP 90
  • VN 90
  • JS 90
  • JR 15,5
  • WE 93
  • 1  |  R$ 525,00 /gf
  • 6  |  R$ 525,00 /gf
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  • R$ 525,00 Garrafa(s)

  • R$ 525,00 Garrafa(s)

R$ 525,00

Descrição 1
Clos Du Marquis é uma propriedade histórica que data antes mesmo da Revolução Francesa. Vizinho do famoso Château de Léoville - casa do Maquês de Cases, antigo proprietário da vinícola - está enraizado em um dos melhores terroirs da França, em St-Julien. Este tinto entrega o melhor do seu terroir traduzido em estrutura, complexidade, harmonia e potencial de envelhecimento. Ao abrí-lo, reconhecerá aromas de amoras, framboesa, figos e cerejas maduras acompanhadas por tabaco, cedro, alcaçuz e pimenta. Se busca um vinho para presentear ou desfrutar em uma ocasião especial este é o exemplar pefeito, pois surpreenderá os paladares mais exigentes.
Descrição 2
Clos du Marquis é o segundo vinho do Château Léoville Las Cases, cuja origem remonta o século 17. Domaine Léoville pertencia à uma das famílias mais abastadas de toda a França, os Las Cases, até meados de 1840 (durante a Revolução Francesa) quando a propriedade foi expropriada - restando apenas 3/5 do domínio original - passou, então, a ser chamada de Château Léoville Las Cases.

Atualmente pertence a Jean-Hubert Delon, um homem que crê que a tradição milenar da região deve ser preservada, mas para produzir grandes vinhos o homem deve respeitar as mudanças naturais que a natureza sofre. Entender a terra e suas necessidades é o primeiro passo, o segundo é usar do conhecimento humano por meio da tecnologia que assegura a qualidade e sanidade das uvas e o melhor momento de transformá-las em vinho.

Os vinhos de Saint-Julien são inegavelmente distintos. A proximidade com o estuário Gironde criou uma grande diversidade de solos, formado ao longo de diversos períodos geológicos por sobreposições sucessivas. O rio também cria um microclima especial que permite a completa maturação das uvas, protegendo-as do risco de geada. Esta combinações geológica influencia no desenvolvimento da videira, dando aos vinhos personalidade única.

DADOS BÁSICOS
AOC: Saint-Julien
Safra: 2012
Castas: Cabernet Sauvignon, Merlot e Cabernet Franc
Teor alcoólico: 13,5%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: Vermelho profundo com reflexos púrpura
Nariz: aromas de amoras, framboesa, figos e cerejas maduras acompanhadas por tabaco, cedro, alcaçuz e pimento.
Boca: estruturado, potente e harmônico, com taninos firmes e acidez vivaz.

CONSELHOSPARA SERVIR
Temperatura: 18°C
Harmonização: um vinho estruturado pede comida estruturada, então aposte em carnes suculentas e com osso, molhos substanciosos, queijos duros e guisados.
Tempo de Guarda: 20 anos
Decantar: por uma hora antes de servir

PONTUAÇÃO
Robert Parker 92
Wine Spectator 90
Jancis Robinson 16,5
James Suckling 91
Vinous 90

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 92
Tasted blind at the Bordeaux 2012 Southwold tasting. The 2012 Clos du Marquis has a very intense bouquet, the more fruit-driven of all the Saint Julien 2012s with layers of black cherries and cranberry fruit, an undercurrent of autumn leaves and cigar box. The palate is medium-bodied with fine definition: smooth and very harmonious, quite intense on the entry and yet without that long sustain on the finish. That does not matter too much, because what comes before is very precise and pure, the class of the terroir evident from start to finish. Tasted January 2016.

  • RP 92
  • JS 91
  • JR 16,5
  • WS 90
  • VN 90
  • 1  |  R$ 730,00 /gf
  • 6  |  R$ 730,00 /gf
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  • R$ 730,00 Garrafa(s)

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R$ 730,00

Haut-Médoc, Grand Cru Classé
Descrição 1
Produzido na região em Haut-Médoc, este é um daqueles “Grand Cru Classés” que entregam o melhor do seu terroir de origem. Escuro, concentrado e fino oferece aromas nobres de flores, cardamomo, cranberry, pimenta e fumo de corda. O sabor é marcado pela potência e elegância, com taninos finos e acidez marcada. Certamente evoluirá bastante com o passar dos anos.
Descrição 2
Edificado ainda na Idade Média, o Château Cantemerle foi doado à Abadia de mesmo nome ainda no século 12. No século 15, a propriedade passou a ser da família Caupène, originária da região de Landes, que mais tarde se uniu à família Roque e passou, de fato, a comercializar vinho. Até o século 16 o Médoc era, basicamente, dedicado à produção de cereais, fato que leva a crer que o Château Cantemerle venha a ser pioneiro na vitivinicultura local.

Disposto em torno de um pátio majestoso, sua bela arquitetura neoclássica atesta a magnitude e estima que os sucessivos proprietários de Cantemerle têm tido com o vinho ao longo dos séculos. A propriedade conta com tanques de aço inoxidável com temperatura controlada, barris de carvalho e tanques de concreto para fermentar seus vinhos.

Médoc é, antes de uma AOC, uma península ao norte da cidade de Bordeaux. Localizada na margem esquerda, abriga as denominações de Pauillac, St-Estèphe, St-Julien, Margaux, Pessac-Leognan, Listrac- Meédoc, Moulis e Haut-Médoc. Haut- Médoc AOC tem solo plano com áreas encharcadas, pastagens e solo pesado composto, basicamente, por cascalho uma boa combinação para uvas de maturação tardia como a Cabernet Sauvignon. Seus vinhos tendem a ser terrosos, encorpados e finos.

DADOS BÁSICOS
AOC: Haut-Médoc
Safra: 2011
Casta: Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot e Cabernet Franc
Teor alcoólico: 13%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: vermelho muito escuro.
Nariz: aromas de flores, cardamomo, pimentas, cranberry, fumo de corda, mirtilo.
Boca: complexo, intenso e concentrado, com taninos finos e acidez marcada.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 18°C
Harmonização: Kobe-beef com vegetais assados, costeletas de cordeiro com cebolas e tomates confit, codornas recheadas, barriga suína assada com redução de vinho e purê de mandioquinha, queijos de massa dura, entradas quentes.
Tempo de guarda: 15 anos.
Decantar: Sim, por uma hora antes de servi-lo.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 91
James Suckling 91
Gault & Millau 15,5
Falstaff Magazin 86
Gilbert & Gaillard 89
Jancis Robinson 15
Tim Atkin 88
Guide Hachette des Vins 2015 **

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 91
An elegant, successful 2011, Cantemerle has produced a finesse-styled wine with a dense ruby/purple color as well as copious notes of flowers, mulberries, raspberries and blueberries. With dramatic quality and purity, this medium-bodied effort possesses sweet tannins and a texture that builds incrementally. A lighter-styled, but beautifully crafted, well done 2011, it can be enjoyed over the next 10-15 years.

James Suckling 91
Aromas of currants and berries with hints of chocolate. Full body with a solid core of fruit and a flavorful finish. Very fine. Cantermerle delivers in 2011. Better in 2016.

Gault & Millau 15,5
Nous écrivions pour les primeurs: Il a tout pour lui : les épices, la réglisse, le cassis dense et la rose, mais cela doit (et va) se fondre dans une belle harmonie prometteuse. Aujourd’hui (janvier 2014), il offre le même profil sans grande évolution. A suivre donc.

Gilbert & Gaillard 89
EN PRIMEUR - Deep garnet-red. Ripe nose of fresh red fruit with delicate balsamic oak. Full, fairly powerful palate with pronounced tannins. Still under the influence of oak and massive in style.

Guide Hachette des Vins 2015 **
Un mariage équilibré du cabernet-sauvignon (47 %) et du merlot, avec un léger appoint de cabernet franc et de petit verdot. À l'égal du terroir, le vin est bien typé ; tant par sa robe, au beau rouge profond et franc, que par son élégant bouquet, mariant les fruits écrasés, les épices douces et le poivre. Après une attaque ronde, le palais déroule jusqu'en finale des tanins denses mais fins laissant une impression d'harmonie et de solidité.

  • RP 91
  • JS 91
  • G&M 15,5
  • JR 15
  • TA 88
  • 1  |  R$ 475,00 /gf
  • 6  |  R$ 475,00 /gf
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R$ 475,00

Descrição 1
Camille é o nome da filha de 8 anos da Axelle e do Pierre Courdurié, os proprietários do Château Croix de Labrie. O rótulo foi desenhado pela própria Camille.

Através deste vinho, a família desejava compartilhar o amor e a filosofia do trabalho deles.

Descrição 2
O Château Croix de Labrie faz parte do movimento de "vinhos de garagem", pequenos produtores produzindo grandes vinhos em pequenos volumes. A Axelle Coudurié cuida dos vinhedos de 2,5ha da poda até a colheita e vinifica com assessoria da equipa do Michel Rolland.

A cuvée Camille de Labrie é um Bordeaux elegante e frutado, com boa estrutura conferida pela estadia de 10 meses em barrica de carvalho francês.

DADOS BÁSICOS
AOC: Bordeaux
Safra: 2014
Castas: 80% Merlot, 20% Cabernet Sauvignon
Cultura "raisonnée"
Teor alcóolico: 12,5%
Tamanho da garrafa: 750ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: rubi.
Nariz: aromas de flores, framboesa e cassis.
Boca: elegante, com uma boa estrutura e taninos delicados.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16º
Harmonização: costeleta de vitela, espeto de cordeiro.
Tempo de guarda: 10 anos.

Avaliações dos Especialistas
  • 1  |  R$ 153,00 /gf
  • 6  |  R$ 153,00 /gf
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R$ 153,00

Descrição 1
Esse Château Carlmagnus é uma perfeita representação da uva Merlot, que permite produzir vinhos perfumados e frutados.
Descrição 2
O vinhedo do Château de Carlmagnus é exclusivamente composto de Merlot. Arnaud Roux-Oulié, o proprietário, cuida pessoalmente de toda a produção, das vinhas até o engarrafamento.

DADOS BÁSICOS
AOC: Fronsac
Safra: 2014
Teor alcoólico: 14,5%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor : vermelho profundo.
Nariz: aromas típicos do Merlot de frutas pretas maduras e um toque de pão de especiarias.
Boca: temos um Merlot expressivo, redondo e frutado. A presença da madeira é bem equilibrada e o vinho tem uma boa persistência na boca.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16° - 18°
Harmonização: Carne vermelha assada, pernil de javali, escondidinho de pato.
Tempo de guarda: 3 a 5 anos.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 90-92
James Suckling 90
Wine Spectator 90
Jeannie Cho Lee 88
Jean-Marc Quarin 88

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 90-92
The Château Carlmagnus 2014 definitely has one of the best set of aromatics that I encountered from Fronsac. Tasted alongside La Dauphine there is more freshness and delineation without compensating on fruit intensity. The palate is clean and fresh with great acidity, energetic and citrus fresh with a firm grip on the finish. What a superb wine for the vintage. Chapeau!

James Suckling 90
Vivid and fresh red with plum and currant character. Some spices, too. Medium to full body, firm and silky tannins and a long finish. Pretty tangy acidity undernearth. Drink now.

Wine Spectator 90
This has a ripe, fleshy feel, with warm plum paste and cassis notes gliding along atop juniper and tobacco accents. The solid grip through the finish has a light brambly feel but is easily absorbed by the fruit. Drink now through 2024.

Jeannie Cho Lee 88
This wine combines freshness and attractive aromatics with good mid-palate depth. A well-made Fronsac that is uplifting and delicious. Balanced now but it should improve with several years in bottle.

  • RP 90-92
  • JS 90
  • WS 90
  • 1  |  R$ 230,00 /gf
  • 6  |  R$ 230,00 /gf
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R$ 230,00

Descrição 1
Um vinho do Graves muito concentrado e complexo. Seu corpo médio e aromas torrados de evolução permitem consumir-o agora e já com muito prazer.
Descrição 2
Em 1966, Françoise et Henri Lévêque venderam sua coleção de selos para adquirir alguns hectares de vinhas no Sul da região de Bordeaux. Hoje em dia, são 96 hectares em produção pelo prestigioso Château de Chantegrive.

As vinhas tem uma posição privilegiada com uma exposição Sul e um solo de cascalhos (o famoso Graves) e de areia fina. Este conjunto de fatores permitem obter uvas com um amadurecimento ótimo e vinhos concentrados de grande complexidade.

DADOS BÁSICOS
AOC: Graves
Safra: 2012
Casta: 50% Merlot, 50% Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: vermelho muito escuro.
Nariz: aromas de ameixas, frutas pretas bem cozidas, levemente tostado.
Boca: complexo e concentrado, com taninos sedosos e um final rústico marcado pelo café torrado.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Tempo de guarda: Até 2021
Harmonização: Alcatra com redução de vinho, pintada assada, molejo ao molho Madère.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 89
James Suckling 90
Wine Enthusiast 92
Jancis Robinson 16
Vinous 88
Wine Spectator 87
Wine & Spirits Magazine 92

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 89
The Leveque family has hit pay dirt again with this 2012 Graves. An inky, bluish/purple color, and an equal part blend of Cabernet Sauvignon and Merlot, the wine shows terrific fruit, great purity, graphite and underlying earthy burning ember notes. It has medium body and loads of fruit, depth and light tannin in the finish, showing this wine can be drunk early, or cellared for up to a decade. A sleeper of the vintage.

James Suckling 90
Aromas of spices, plums and strawberries follow through to a medium to full body, velvety tannins and a bright finish. Hints of vanilla on the finish. Better in 2017.

Wine Spectator 87
This sports a brambly feel, with leather and bay adding some funk to the core of blackberry, plum and black currant preserves. Turns a touch chewy on the finish, revealing a bitter espresso hint. Shows character, though the gamy rusticity isn't for everyone. Drink now through 2018.

Wine Enthusiast 92
One of the top Graves estates has produced this fine, ripe 2012. It is still young, showing its toasty, smoky wood flavors, but has plenty of tannic structure that's firm for aging. The fruit and acidity are all there, promising a balanced wine from 2018. Hubert de Boüard (Château Angelus) is consulting enologist for the Lévèque family owners.

Jancis Robinson 16
Healthy crimson. Quite ‘bloody’ and energetic on the nose. Well put together. Chapeau! Very appetising and it seems much fatter than most 2012s. Stony, fresh finish. Not for the very long term but it does not have obvious flaws.

Vinous 88
The 2012 Chantegrive is a powerful, layered wine with tons of personality. There is excellent underlying material, but the heavily extracted style and copious oak are overpowering. Hopefully consulting winemaker Hubert de Boüard can find a little better balance here. Even with its shortcomings, the Chantegrive is a solid wine, but its potential appears to be far greater than this.

  • WE 92
  • RP 89
  • JS 90
  • JR 16
  • WS 87
  • VN 88
  • 1  |  R$ 260,00 /gf
  • 6  |  R$ 260,00 /gf
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R$ 294,00

Lussac-Saint-Emilion
Descrição 1
Este vinho, dominado pela potencia aromática do Merlot, é digno de um bom Saint-Emilion Grand Cru. A safra 2010, marcada por um equilíbrio e uma acidez impressionantes, está no seu apogeu.

Descrição 2

Didier Miqueu e Stephan Von Neipperg compraram o Château Croix du Rival em 2007, um vinhedo com um potencial incrível localizado na comuna de Lussac, perto de Saint-Emilion. E não é para menos : neste lugar se encontram os vestígios arqueológicos da Vila Lucciacus, onde já se fazia vinho na época galo-romana.

O Château possui vinhas de mais de 50 anos de idade num terroir argilo-calcário igual ao de Saint-Emilion, onde nasceram muitos Premiers Grands Crus Classés. Chegando na propriedade, pode ver a Croix du Rival nas vinhas, aquela mesma que está desenhada na etiqueta do vinho: antigamente, essas cruzes indicavam o caminho para Saint-Jacques de Compostelle.

DADOS BÁSICOS
AOC: Lussac-Saint-Émilion
Safra: 2010
Castas: 80% Merlot, 10% Cabernet Franc, 10% Cabernet Sauvignon
Teor Alcoolico: 14,5%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: Vermelho cereja
Nariz: Vinho dominado pelas frutas vermelhas maduras, com aromas de evolução e notas de madeira defumada.
Boca: O buquê de frutas se confirma na boca, acompanhado de uma boa acidez e de taninos sedosos.

CONSELHO PARA SERVIR
Temperatura: 15º a 17º
Harmonização: Pato grelhado com molho de ameixas, coelho ao molho Marengo, risoto de pancetta, bife Bourguignon.
Tempo de guarda: A safra 2010 está ótima para se tomar agora, e pode ser guardada até 2020.

PREMIAÇÕES
Wine Spectator 89
Medalha de Bronze na International Wine Challenge

Avaliagues dos Especialistas
Wine Spectator 89
A plush and smoky style, with a bacon edge to the core of roasted apple wood, steeped plum and pastis-soaked blackberry fruit. Delivers a fleshy feel through the finish as the roasted wood accent lingers. Drink now through 2015.

Medalha de Bronze, International Wine Challenge
Leathery, smoke, dark sweet fruit. Finely grained texture. Drink within six months. Enjoy now!
  • WS 89
  • 1  |  R$ 245,00 /gf
  • 6  |  R$ 245,00 /gf
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R$ 245,00

Descrição 1
As vinhas desta cuvée estão localizadas na fronteira com a apelação Fleurie : este terroir dá vinhos do Gamay muito frutados e com bastante personalidade. Juntamos a isto uma safra 2015 excepcional e obtemos este Morgon fora do padrão.

Descrição 2
O Domaine Louis-Claude Desvignes nasceu há 8 gerações na aldeia de Villié-Morgon. A produção e elaboração do vinho continuam tradicionais, respeitando o ensino e o saber-fazer transmitidos ao longo dos anos. Paciência e respeito são as palavras-chave da família.

O foco é produzir vinhos do Beaujolais de guarda, com muita concentração e complexidade para permitir um bom envelhecimento. Assim, o controle dos rendimentos e a extração durante as vinificações são prioridades. Depois da fermentação, o vinho repousa até 16 meses sobre lias para ganhar maturidade e complexidade.

O nome de esta cuvée se refere à casa onde envelhecem as garrafas do Domaine. Ela abriga uma antiga adega de pedras com teto abobadado no porão : a Voûte Saint-Vincent.

DADOS BÁSICOS
AOC: Morgon
Safra: 2015
Castas: Gamay
Cultura "raisonnée"
Teor alcóolico: 13,8%
Tamanho da garrafa: 750ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: Rubi profundo
Nariz: Intenso, uma explosão de frutas vermelhas com um toque mineral.
Boca: Um conjunto de elegância, jovialidade e complexidade. O frescor e a acidez são incríveis, e o retrogosto de bagas vermelhas é encantador.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 14º a 15º
Harmonização: É perfeito para acompanhar embutidos e frios, filé mignon, carne de porco assada, qualquer tipo de ave assada.
Tempo de guarda: Até 2020

PREMIAÇÕES
Robert Parker 90
Vinous 91
Jancis Robinson 16,5

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 90
The 2015 Morgon la Voute Saint Vincent was matured in cement vats. It has a generous bouquet of red plum, cranberry and pomegranate with subtle tertiary notes developing in the glass. The palate is medium-bodied with sappy red fruit, nicely structured with a fresh, marine-tinged finish that leaves the tongue tingling after the wine has departed. Maybe a little rustic? But still, this is very charming.
Louis Claude Desvignes is one of my favorite producers in Beaujolais, and I cannot recommend their wines highly enough. Based in the village of Villié-Morgon, the domaine is currently run by the eighth generation of vignerons, Louis-Benoît and Claude-Emmanuelle. There are 13 hectares under vine with an average age of 70 years, including three hectares in Côte du Py. Herbicides have been eschewed since 2004, although the domaine is not certified organic. They adopt what you might call a traditional approach to vinification, using a grill to submerge the cap and enacting a slightly longer fermentation than other growers to attain color and depth. These tend to be sumptuous, tensile and vivacious Beaujolais wines that epitomize everything great about Morgon.

Vinous 91
Brilliant ruby. Pungent red berries, exotic spices and candied lavender on the lively, mineral-accented nose. Sappy raspberry and bitter cherry flavors show very good energy and complementary suggestions of floral pastilles, allspice and licorice. Appealingly sweet and lively, carrying no excess fat; the long, sappy finish shows outstanding clarity and subtle, harmonious tannins.

Jancis Robinson 16,5
Sourced from parcels with an average vine age of 60 years in the climat of Douby – close to Fleurie and with similar sandy soils. Deep crimson – the deepest colour so far of any red in this Berry's spring 2017 line-up! Very juicy and smooth and lively. Fine and fresh. Very correct and racy – even if with Morgon depth. Who wouldn’t like this? Long and admirable, though relatively low in acidity for a Beaujolais.
  • RP 90
  • VN 91
  • JR 16,5
  • 1  |  R$ 190,00 /gf
  • 6  |  R$ 190,00 /gf
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  • R$ 190,00 Garrafa(s)

  • R$ 190,00 Garrafa(s)

R$ 190,00

Descrição 1
O Mas de l'Ecriture produz vinhos aliando a potencia e a generosidade dos vinhos do Sul da França, e um frescor surpreendente conferido pelo terroir argilo-calcário único de Terrasses-du-Larzac.
Descrição 2
Apaixonado pelo vinho, Pascal Fulla deixou a profissão dele para criar o Mas de l'Ecriture em 1998. Desejando adotar um modo de viticultura respeitoso pela natureza, ele nunca usou produtos químicos nas vinhas. Para concretizar essa filosofia, ele converteu a propriedade a cultura orgânica em 2009.

Há pouco, sua filha Léa se juntou a ele para dar continuidade à produção no futuro.

A colheita é inteiramente manual. Cada parcela de vinhas e cada casta são vinificadas separadamente para guardar a melhor expressão do terroir possível.

A cuvée L'Emotion envelheceu 12 meses em barricas de carvalho francês usadas de 600L e 500L para trazer uma maior complexidade sem desnaturar o vinho.

DADOS BÁSICOS
AOC: Terrasses du Larzac
Safra: 2014
Castas: 35 % Syrah, 30 % Grenache, 22 % Carignan, 13 % Cinsault
Teor alcoólico: 13,5%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: vermelho vivo com reflexos violáceos.
Nariz: aromas intensos e complexos, com notas de cerejas, especiarias como pimento do reino e ervas aromáticas.
Boca: generosa, sabor elegante com muita fruta vermelha e um belo equilíbrio potência e refinamento.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Passar no decanter para aeração 2 horas antes do serviço.
Harmonização: presunto ibérico, bifinho com cogumelos sauté, cozinha mediterrânea.
Tempo de guarda: 5 anos.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 90

Avaliações dos Especialistas
Rober Parker 90
Possessing a perfumed bouquet of sweet cherries, strawberries and spice, the 2014 Terrasses du Larzac Emotion (35% Syrah, 30% Grenache and the balance Carignan and Cinsault) is medium-bodied, rounded, expansive and ethereally textured on the palate, and that texture keeps you coming back to the glass. About as drinkable as they come, it's well worth checking out. Drink bottles in their youth.

  • RP 90
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Descrição 1
Este Touriga Nacional é o melhor exemplo que podemos ter quando tradição e modernidade se fundem. Esta uva, que em outras regiões de Portugal produz em geral vinhos muito potentes, encontra na região do Dão e no talento da equipe da Quinta de Lemos as condições ideais para mostrar o seu lado mais nobre e elegante. Seu aroma é marcado por frutas bem maduras, flores, canela, ervas de cozinha e o sabor memorável que nos surpreende pelo vigor, elegância, taninos macios e pelo seu frescor.
Descrição 2
A Quinta de Lemos é um projeto de Pierre de Lemos, cuja família possui um grupo têxtil (Celso de Lemos), e que decidiu investir na produção de vinhos de alta qualidade. Para tanto, não poupou esforços e trouxe para a equipe o renomado enólogo Hugo Chaves, e juntos produzem vinhos elegantes e que exprimem maravilhosamente o “terroir” do Dão.

Localizada em Silgueiros, Dão, a vinícola tem arquitetura moderna e possui 25 hectares de vinhedos contudo. Apesar da grande área Chaves vinifica apenas 100 mil garrafas por ano, as quais são distribuídas mundo a fora. Aqui, videiras e oliveiras dividem espaço com colmeias promovendo o equilíbrio do ecossistema. O solo granítico e arenoso é abraçado por montanhas protegendo os vinhedos do severo clima continental e da umidade. As uvas são colhidas manualmente e selecionadas ainda no vinhedo garantindo a qualidade máxima dos vinhos.

DADOS BÁSICOS
Região: Dão
Safra: 2007
Teor alcoólico: 14,5%
Amadurecimento: 18 meses em carvalho francês
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: granada intenso.
Nariz: frutas negras maduras, cedro, canela, flores e ervas de cozinha.
Boca: encorpado, fresco, com taninos sedosos e longo final.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Harmonização: Excelente com carnes mais suculentas e pratos à base de molhos substanciosos. Leitão, ragu de cordeiro, codorna recheada e queijos duros casarão perfeitamente com este tinto. Este vinho também acompanhará bem pratos de bacalhau e de salmão.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 92
Revista dos Vinhos 17
Decanter World Wine Award 2014: Medalha de Bronze
International Wine Challenge 2013: Medelha de Bronze
Concurso Mundial de Bruxelas 2010: Medalha de Ouro

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 92
The 2007 Touriga Nacional is revisited here for a checkup, and boy, is it coming along nicely. Full in the mouth, the fruit is beautifully expressive now. If it lacks the focused intensity of the 2008, also reviewed this issue, it is bursting with flavor, more harmonious and simply delicious. Sexy and lush, it is no slouch in the structure department either. This shows every sign of developing well and continually over the next decade or so.

Revista dos Vinhos 17
Completo, compacto, com morangos, violetas, suave, discreto, com boa complexidade. Na boca está polido, texturado, com boa frescura, equilibrado entre a cremosidade e a rugosidade, com final longo e saboroso com ligeiras nuances amargas.

  • RP 92
  • 1  |  R$ 285,00 /gf
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Descrição 1
A uva Jaen mostra aqui uma face pouco comum, num vinho concentrado, com notas de frutas compotadas, vegetais e especiarias. A frescura da uva está bem patente, o conjunto é complexo e personalizado.
Descrição 2
A Quinta de Lemos é um projeto de Pierre de Lemos, cuja família possui um grupo têxtil (Celso de Lemos), e que decidiu investir na produção de vinhos de alta qualidade. Para tanto, não poupou esforços e trouxe para a equipe o renomado enólogo Hugo Chaves, e juntos produzem vinhos elegantes e que exprimem maravilhosamente o “terroir” do Dão.

Localizada em Silgueiros, Dão, a vinícola tem arquitetura moderna e possui 25 hectares de vinhedos contudo. Apesar da grande área Chaves vinifica apenas 100 mil garrafas por ano, as quais são distribuídas mundo a fora. Aqui, videiras e oliveiras dividem espaço com colmeias promovendo o equilíbrio do ecossistema. O solo granítico e arenoso é abraçado por montanhas protegendo os vinhedos do severo clima continental e da umidade. As uvas são colhidas manualmente e selecionadas ainda no vinhedo garantindo a qualidade máxima dos vinhos.

DADOS BÁSICOS
Região: Dão
Safra: 2007
Casta: Jaen
Teor alcoólico: 14,5%
Amadurecimento: 15 meses em carvalho francês
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: granada intenso.
Nariz: notas elegantes de fruta vermelha, cerejas e morangos, bem conjugadas com a madeira que lhe acrescenta um toque de especiaria.
Boca: fresco, afinado e de profundo sabor. Um vinho moderno, versátil, com taninos de grande delicadeza.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Harmonização: Strogonoff, garoupa assada com presunto e ervas.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 89
Wine Enthusiast 92
Revista de Vinhos 16,5
International Wine Challenge 2014: Medalha de Bronze

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 89
The 2007 JAEN is, of course, all Jaen. As with the Alfrocheiro this issue, it is a grape that is typically found in this region that usually fills out some blends. Other producers make a monovarietal from it, but this is a pretty nice effort from relatively young vines. Deep, full bodied and with a lot of power, this does have a bit of an oak overlay, but the acidity and fine fruit flavor cut through it well. The real question with this wine is its astringency. It gets rather more powerful with aeration, although it never destroys the wine. Like a lot of the winery’s efforts, it is not entirely clear if the balance will ever be perfect, but it certainly seems like it could use another few years in the cellar. This runs around 16 euros in Portugal. This is a very nice effort for this monovarietal, with a bright, juicy finish.

Wine Enthusiast 92
Known in Spain as Mencia and found in Galicia, here in Portugal it forms a part of the mix in the mountainous Dão. It is red fruit flavors that are sustained by tannins. Despite its nine years of age, it is still firmly structured, still packed with fine fruit. It is only just now ready to drink.

Revista de Vinhos 16,5
A mal amada Jaen mostra aqui uma face pouco comum, num vinho concentrado, com notas de frutos pretos, vegetais e especiarias. A frescura da uva está bem patente, o conjunto é complexo e personalizado.

  • RP 89
  • WE 92
  • 1  |  R$ 260,00 /gf
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R$ 260,00

Descrição 1
A Quinta de Lemos demonstra mais uma vez toda sua dedicação e seu talento para produzir grandes vinhos. O Dona Georgina é uma mistura de concentração e de elegância: um nariz muito complexo de pão de especiarias e de ervas selvagens mas conservando um frescor e um equilíbrio incríveis que definem os vinhos da vinícola.

Descrição 2
A Quinta de Lemos é um projeto de Pierre de Lemos, cuja família possui um grupo têxtil (Celso de Lemos), e que decidiu investir na produção de vinhos de alta qualidade. Para tanto, não poupou esforços e trouxe para a equipe o renomado enólogo Hugo Chaves, e juntos produzem vinhos elegantes e que exprimem maravilhosamente o “terroir” do Dão.

Localizada em Silgueiros, Dão, a vinícola tem arquitetura moderna e possui 25 hectares de vinhedos contudo. Apesar da grande área Chaves vinifica apenas 100 mil garrafas por ano, as quais são distribuídas mundo a fora. Aqui, videiras e oliveiras dividem espaço com colmeias promovendo o equilíbrio do ecossistema. O solo granítico e arenoso é abraçado por montanhas protegendo os vinhedos do severo clima continental e da umidade. As uvas são colhidas manualmente e selecionadas ainda no vinhedo garantindo a qualidade máxima dos vinhos.

DADOS BÁSICOS
Região: Dão
Safra: 2009
Casta: 80% Touriga Nacional e 20% Tinta Roriz
Teor alcoólico: 14,5%
Amadurecimento: 18 meses em carvalho francês
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: granada .
Nariz: mineral, complexo com ameixas maduras, laranja açucarada e resina de madeira.
Boca: intenso, final longo e concentrado.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Harmonização: Comida com sabor marcado, carne tipo Wellington, empanadas argentinas, tajine de cordeiro com frutos secos.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 93
Wine Enthusiast 94
Wine&Spirits Magazine 93
Decanter World Wine Award 2017 85
Concurso Mundial de Bruxelas 2015: Medalha de Ouro
International Wine Challenge 2015: Medalha de Bronze
Avaliações dos Especialistas
Wine Enthusiast 94
A blend of Touriga Nacional and Tinta Roriz, both originally from the Dão region, this sophisticated, rich wine is firmly structured. The granite soils bring out a strong mineral texture that is balanced by opulent black fruits. This is a powerful wine, dense and still developing. Drink from 2016.

Robert Parker 93
The 2009 Dona Georgina is revisited for a checkup and it is nice to say it keeps improving. Big, full and fleshier than its 2008 predecessor reviewed in the past--both creatures of their vintages--this is one of the lusher and richer wines the winery has produced at its young age. Sexy but well balanced, this is the crowd-pleaser, but there is also good structure. It is aging well and should continue to do so for the next decade or more.

Wine&Spirits 92
Known in Spain as Mencia and found in Galicia, here in Portugal it forms a part of the mix in the mountainous Dão. It is red fruit flavors that are sustained by tannins. Despite its nine years of age, it is still firmly structured, still packed with fine fruit. It is only just now ready to drink.

  • RP 93
  • WE 94
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Descrição 1
Este tinto da linha Contraste da Rita Marques é um encanto, cheio de frutas maduras suculentas. Versátil e elegante, é perfeito para todas as ocasiões e agrada todos os paladares com aromas intensos, boca rica e boa persistência.

Descrição 2
A Rita Marques faz parte destes enólogos jovens gênios, cheios de talentos. A historia dela começou com a vontade de fugir do caminho padrão da família, a engenharia. Ela resolveu estudar enologia e se revelou através de estágios em vinícolas portuguesas e do resto do mundo. Assim, ela se fascinou pela visão ambiciosa dos produtores de Bordeaux, se apaixonou pelos brancos explosivos da Nova-Zelândia e amou a concentração dos vinhos da África do Sul.

Enriquecida com todas essas experiências e influencias mundiais, ela criou a Conceito Vinhos a partir de um pequeno vinhedo que pertencia à sua família há 40 anos e desenvolveu a produção. A filosofia dela é expressar a diversidade das castas e mostrar a força da influencia do terroir. 90% dos vinhos Conceito são produzidos em Cedovim, no Douro, mas também aluga vinícolas na Nova-Zelândia e na África do Sul para explorar ainda mais o que o resto do mundo tem de oferecer.

A Rita desenvolveu duas linhas de vinhos: a linha Conceito, que da vinhos de guarda concentrados e com maior influencia de carvalho novo, e a linha Contraste, com vinhos mais acessíveis já na juventude, sem incluir carvalho novo na produção.

DADOS BÁSICOS
DOC: Douro
Safra: 2013
Casta: Tinta Roriz, Touriga Franca, Touriga Nacional
Teor alcoólico: 13,8%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: rubi.
Nariz: bouquet intenso mas equilibrado de cassis, menta e tabaco.
Boca: na boca surpreende pela agradável frescura, sugerindo um final longo.


CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Harmonização: q
ualquer tipo de carne suculenta grelhada, churrasco, macarrão ao molho bolonhesa.
Tempo de guarda: até 2020


PREMIAÇÕES
Robert Parker 91
Jancis Robinson 16,5
Revista de Vinhos 16,5
Wine Spectator 88
Wine Enthusiast 87


Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 91
The 2013 Contraste Tinto is an old vines (40-years-old) field blend aged for 20 months in stainless steel tanks (30%), and used French oak barrels (70%). The Contraste, the winery's second red, is an increasingly nice bargain. This may lack some of the lift of the 2012, but if anything, it seems to have more depth and power, granting that Contraste is not always about either. This is a pretty serious Contraste, with an intense finish and the ability to age a reasonable time, probably more than last year's version. Underneath, there is the typically tasty fruit. Give this a couple of years to settle down if you can. When I came back to it some 90 minutes later, it seemed even better. When it does settle down, I suspect it will overtake the 2012, but it will also be drinkable on the younger side when it calms down.

Jancis Robinson 16,5
Deep cherry red. Dark and spicy but it's all fruit not oak spice, or so it seems. On the palate, deliciously chewy red-cherry fruit, but then with the Douro's dry finesse on the finish. (JH)

Wine Spectator 88
Dried blueberry and raspberry flavors dominate this firm, fleshy red. Black chocolate details and chewy tannins show on the finish. Drink now through 2019.

Wine Enthusiast 87
This wine is full of the ripe fruit as well as the mineral tannins typical of the Douro. It is a blend of typical grapes with a dominance of Touriga Franca. The wood aging has given the ripe black currant flavors a smooth, rounded character as well as adding spice. Drink this wine now.

  • RP 91
  • JR 16,5
  • WS 88
  • WE 87
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R$ 153,00

Descrição 1
Um vinho do Douro concentrado, cheio de alma e caráter com os fumados da barrica envolvendo a fruta suculenta e apontamentos de especiarias.
Descrição 2
A Rita Marques faz parte destes enólogos jovens gênios, cheios de talentos. A historia dela começou com a vontade de fugir do caminho padrão da família, a engenharia. Ela resolveu estudar enologia e se revelou através de estágios em vinícolas portuguesas e do resto do mundo. Assim, ela se fascinou pela visão ambiciosa dos produtores de Bordeaux, se apaixonou pelos brancos explosivos da Nova-Zelândia e amou a concentração dos vinhos da África do Sul.

Enriquecida com todas essas experiências e influencias mundiais, ela criou a Conceito Vinhos a partir de um pequeno vinhedo que pertencia à família dela há 40 anos e desenvolveu a produção. A filosofia dela é expressar a diversidade das castas e mostrar a potencia da influencia do terroir. 90% dos vinhos Conceito são produzidos em Cedovim, no Douro, mas também aluga vinícolas na Nova-Zelândia e na África do Sul para explorar ainda mais o que o resto do mundo tem a oferecer.

A Rita desenvolveu duas linhas de vinhos: a linha Conceito, que da vinhos de guarda concentrados e com maior influencia de carvalho novo, e a linha Contraste, com vinhos mais acessíveis já na juventude, sem incluir carvalho novo na produção.

DADOS BÁSICOS
DOC: Douro
Safra: 2013
Casta: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Amarela e Rufete
Teor alcoólico: 14%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: cereja escura.
Nariz: frutas negras em abundância no nariz, madeira marcante, tons de baunilha, toques florais e um final de especiarias.
Boca: cremoso, com taninos firmes mas finos e polidos, bastante frescura. Um tinto muito sólido, distinto, sério, com a fruta madura sobressaindo.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Harmonização: qualquer tipo de carne de caça, reduções de vinho do Porto.
Decantar por 1 hora antes de servir o vinho.

PREMIAÇÕES
Robert Parker 94
Wine Spectator 90
Jancis Robinson 17
Wine Enthusiast 93

Avaliações dos Especialistas
Robert Parker 94
The 2013 Estate Tinto is an old vines (80-years-old at 450 meters) field blend aged for 20 months in French oak barrels (half new, half second use). As often happens, this is rather drenched in new wood just now, but that stage will pass; it always does. Tasting this next to the Contraste is interesting just now because the Contraste projects as much power (or more) and has fewer oak artifacts. That's deceptive actually, because what changes here is the balance and perception. This has more real concentration and more sensual texture. The fruit also absorbs the power more easily. The oak is a bit annoying just now, but when the oak subsides, as it began to do with aeration, this should be another fine success for the winery, fresh as well as structured. It may not quite have the lift of the 2012 version, but it ultimately fleshed out and displayed better concentration (granting that I don't have them side-by-side just now). This has a fine future--it's just a little hard to find at the moment. Be prepared to wait a few years. At the moment, it is mostly about its potential.

Wine Spectator 90
A rich red, with concentrated raspberry and dried plum flavors flanked by intense hot stone an iodine notes. Delivers elegant creaminess midpalate, showing hints of white pepper on the finish. Drink now through 2020.

Jancis Robinson 17
Double decanted to integrate the oak better. Field blend old vines but quite a lot of Touriga Franca and Tinta Roriz – more than 90 years old. 22 months in oak, 30% new. Deep cherry red. Some oak sweetness on the nose married well with the intense, gently floral and expressive dark-red fruit. Firm, compact but very elegant and finely textured, like many layers of paper. Terrific freshness and refinement. More subdued than the Contraste at the moment but with a longer future.

Wine Enthusiast 93
This impressive wine, packed with both fruit and tannins, is just setting out on a long road of aging. It is rich, dense with dry fruit and wood tannins, and buttressed with dark black fruits layered with acidity. The wine, with its ripe fruit and firm structure, needs time. Drink from 2018.

  • RP 94
  • WS 90
  • JR 17
  • WE 93
  • 1  |  R$ 390,00 /gf
  • 6  |  R$ 390,00 /gf
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R$ 390,00

Descrigco 1
Um tinto denso e potente, com a força aromática dos vinhos da Provence.

Descrigco 2
Da região de Provence do Sul da França, este tinto orgânico é elaborado pelas mãos femininas de Nathalie Margan, sendo a quinta geração de uma família de viticultores. Esta linda propriedade vitícola, entre Gordes e Bonnieux no coração do Luberon, foi escolhida pelo diretor Ridley Scott (que possui uma casa na mesma região) para o filme "Um bom ano" com Russell Crowe e Marion Cotillard.

DADOS BÁSICOS
AOC: Luberon
Safra: 2015
Castas: 60% Syrah, 30% Grenache, 10% Carignan e Mourvèdre
Cultura orgânica/biodinâmica
Teor alcóolico: 14%
Tamanho da garrafa: 750ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: Púrpura.
Nariz: Denso, com ervas silvestres frescas, frutos negros e pimenta-do-reino.
Boca: Complexo e rico, com muito volume e boa estrutura, e um fim-de-boca de especiarias.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 15º
Abrir 30 minutos antes do serviço.
Harmonização: Qualquer tipo de carne vermelha, legumes à provençal.
Tempo de guarda: até 2023

Avaliagues dos Especialistas
  • 1  |  R$ 185,00 /gf
  • 6  |  R$ 185,00 /gf
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Descrição 1
O vinho Saint Jean é uma bela representação da apelação Terrasses du Larzac: as vinhas estão protegidas do calor do Languedoc pelo planalto do Larzac. Este microclima permite obter tintos com acidez deliciosa, marcados pelos aromas de frutas vermelhas suculentas.
Descrição 2
"Viticultor, é estar em sintonia com o ritmo da vida, deixar um mundo que favorece a velocidade e o efêmero." Tal é a filosofia de Béatrice et Sébastien Fillon, que compraram o Clos du Serres, com 10 hectares de vinhedo em 2006. Eles escolheram esta região pelo microclima particular do planalto do Larzac e pela diversidade geológica dos solos.

O trabalho nas vinhas é rigoroso e orgânico para obter uvas de grande qualidade com uma forte expressão do terroir.

DADOS BÁSICOS
AOC: Terrasses du Larzac
Safra: 2015
Castas: 25% Cinsault, 25% Oeillade, 25% Grenache, 25% Syrah
Cultura orgânica
Teor alcoólico: 13,5%
Tamanho da garrafa: 750 ml

DEGUSTAÇÃO
Cor: Rubi.
Nariz: Aromas intensos de frutas vermelhas maduras, cassis e alcaçuz.
Boca: Fresco, equilibrado e suculento, com taninos finos.

CONSELHOS PARA SERVIR
Temperatura: 16°
Harmonização: Queijo de ovelha curado, tortas de legumes, costela assada.
Tempo de guarda: 5 anos.

PONTUAÇÃO
Robert Parker 88
Jancis Robinson 15,5

Avaliações dos Especialistas
Rober Parker 88
The entry-level cuvee is well worth checking out. Made from Cinsault, Grenache and Syrah, the 2015 Terrasses Du Larzac Saint-Jean is a charming, fresh and forward effort that has good purity of fruit, plenty of southern France character and a good finish. It’s a steal at the price.

Jancis Robinson 15,5
Christmas cake and rosemary with the lightest bit of VA that seems to drift in and out, and then the smell of freshly pressed grapes. Chewy and a little dry, despite good, ripe fruit. Needs food. (TC)

  • RP 88
  • JR 15,5
  • 1  |  R$ 153,00 /gf
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